Começamos a busca de nosso novo lar por aqui, mas como estamos na casa de dois grandes amigos Andre e Karina, que já estão morando em Sydney à uns seis meses, já sabíamos o que íamos encontrar. O Mercado imobiliário é muito aquecido por aqui e funciona da seguinte forma:
1 - Vc vai a uma imobiliária da região que está procurando e pega uma "rental list" (lista de imóveis para locação) ou acessa os sites de imóveis da cidade http://www.realestate.com.au/ e http://www.domain.com.au/
2 - Feito isso vc já pode selecionar alguns imóveis que gostou e ver que dia terá uma "inspection" (é o dia onde vc e mais umas 30 pessoas vão visitar o imóvel que escolheram durante 15 a 20 minutos acompanhados do corretor)
3 - Após a visita vc recebe do corretor um "application form" formulário que deve ser preenchido para concorrer à vaga no imóvel. Isso mesmo!! Vc tem que concorrer com todos que quiserem aquele AP.
Enfim! Mandaremos nosso primeiro "application form" amanhã, mas já ainda estamos procurando outras opções, pois já sabemos que o negócio é muito concorrido por aqui.
Abraços e aguardem as novidades
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domingo, 10 de fevereiro de 2008
Impressões gerais dos primeiros dias
De modo geral posso dizer que o que me chamou a atençã até agora foi:
1. O povo aqui é muito bonito! Todo mundo, tanto os homens quanto as mulheres. Eles têm os traços dos europeus com a pele bronzeada e o corpo bem cuidado do carioca. Embora o índice de obesidade do país seja o 2o. maior do mundo segundo a nossa "fonte de informações para assuntos diversos André", o que vi pelas ruas até agora foi bem diferente disso.
Em todos os restaurantes de fast-food se vê muitas opções de salada, legumes, etc... Também se vê algumas coisas americanóides no supermercado como uma caixa de cereal gigante, afinal de contas ninguém é perfeito...

2. Todos os banheiros públicos pelos quais passei até agora (e não foram poucos pq a gente passa o dia inteiro rodando pela rua) têm a descarga para sólidos e líquidos, que só recentemente foi lançada no Brasil. Por favor entendam o que eu quero dizer pq se eu tiver que desenhar essa situação para explicar o blog vai ficar muito feio!
3. O povo é direto e prático, mas muito prestativo e atencioso. Te oferecem ajuda sem vc nem pedir e ao contrário do europeu que caminha pelas ruas como se estivesse sozinho no planeta, eles se entreolham, se falam, um pouco como no Brasil.
1. O povo aqui é muito bonito! Todo mundo, tanto os homens quanto as mulheres. Eles têm os traços dos europeus com a pele bronzeada e o corpo bem cuidado do carioca. Embora o índice de obesidade do país seja o 2o. maior do mundo segundo a nossa "fonte de informações para assuntos diversos André", o que vi pelas ruas até agora foi bem diferente disso.
Em todos os restaurantes de fast-food se vê muitas opções de salada, legumes, etc... Também se vê algumas coisas americanóides no supermercado como uma caixa de cereal gigante, afinal de contas ninguém é perfeito...
2. Todos os banheiros públicos pelos quais passei até agora (e não foram poucos pq a gente passa o dia inteiro rodando pela rua) têm a descarga para sólidos e líquidos, que só recentemente foi lançada no Brasil. Por favor entendam o que eu quero dizer pq se eu tiver que desenhar essa situação para explicar o blog vai ficar muito feio!
3. O povo é direto e prático, mas muito prestativo e atencioso. Te oferecem ajuda sem vc nem pedir e ao contrário do europeu que caminha pelas ruas como se estivesse sozinho no planeta, eles se entreolham, se falam, um pouco como no Brasil.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Step One - A viagem
Finalmente chegou o grande dia!
Planos, projetos, sonhos, prepração, expectativas, lágrimas e emoções tudo misturado no saguão do aeroporto de Guarulhos, que estaria vazio não fosse a verdadeira equipe que estava presente pra se despedir da gente!
Confesso que ficamos muito emocionados com tanta gente por lá e por nos sentirmos tão bem quistos naquele momento.

Voamos pra Argentina com meia hora de atraso esparramados por um avião onde não tinha ninguém, esperamos no aeroporto por umas 3hs e de lá direto para Nova Zelândia, onde chegamos 13hs depois.
Até que não foi tão cansativo e passou mais rápido do que esperávamos.
O momento de maior emoção do vôo não teve nada a ver com turbulências, tempestade ou pousos e decolagens arriscados, mas sim com um vizinho maluco na poltrona de trás.
Assim que entramos no avião baixamos os bancos para experimentá-los e em seguida chamamos um comissário para pedir um copo de água. Os passageiros ainda estavam entrando e se acomodando e enquanto conversávamos com o comissário o maluco chegou, agarrou o encosto de cabeça do Lê e puxou com tudo até deixar o banco na posiçã vertical, ao invés de pedir que levantássemos... Olhamos assustados e ele fez o mesmo no meu banco... Virei pra trás e falei que ele poderia nos pedir que levantássemos o banco e o faríamos sem problema nenhum. Ele gritou que já tinha pedido.
MENTIRA! Nem a gente nem o comissário tinha escutado nada.
Tudo bem... Deixamos pra lá.
O avião levantou vôo e a poltrona do Lê até baixou sozinha porque o maluco devia tê-la quebrado.
Uns 20 minutos depois mexi no meu banco e baixei um pouco o assento sem querer. O cara imediatamente enfiou pelo vão dos bancos o papel com as intruções sobre pouso e decolagem e começou a gritar (tudo em inglês claro): vocês não tem o papel? Não leram as instruções?
O Lê catou o papel, jogou de volta pra trás e foi respondendo que tínhamos o papel.
Ficamos putos!
Esperamos o momento de soltar os cintos e lá fui eu direto contar tudo para a chefe da cabine. Um dos comissários voltou comigo e falou para ele que poderíamos baixar nossos bancos o quanto quiséssemos durante o vôo e depois disso ele sossegou um pouco.
Pelo menos por algumas horas, até que começamos a conversar com a vizinha de assento e ele começou a gritar que deveríamos respeitar quem estava dormindo...
UFA!!! Ainda bem que o aeroporto da Nova Zelândia era lindo demais pra compensar tudo! Limpíssimo, organizado, impecável, deu uma vontade enorme de voltarmos pra conhecer.
Saímos de lá 3hs depois com o nascer do sol e a vista de lagos e mais lagos debaixo de um céu listrado de cores lindas! Os elfos do Sr. dos Anéis sabiam bem onde estavam!
3hs e 1/2 depois chegamos em Sydney. Céu aberto, o avião sobrevoou a baía e do alto vimos a Ópera, a ponte, tudo lindo, lindo!!!
Passamos pela imigração rapidinho e sem ter que abrir nada, saímos e lá estava a Kakezinha e um balão escrito "Wellcome to Autralia" para nos receber!
Muito fofo! Que saudades dela!
Lágrimas na saída, lágrimas na chegada, muito bom, muito bom!!!
Fomos até o ap, encontramos o André, tomamos um café da manhã e já saímos pra passear.
Antes fui tentar carregar uma das malas, pus em cima do pé e ficou tudo roxo!!! Calma, mami! Já está tudo de volta ao normal e o pé já está branquinho de novo! Fomos até minha faculdade (linda DEMAIS!), a um shopping perto dela porque estava chovendo muito, supermercado e de volta pra casa.
Capotamos!
Planos, projetos, sonhos, prepração, expectativas, lágrimas e emoções tudo misturado no saguão do aeroporto de Guarulhos, que estaria vazio não fosse a verdadeira equipe que estava presente pra se despedir da gente!
Confesso que ficamos muito emocionados com tanta gente por lá e por nos sentirmos tão bem quistos naquele momento.
Voamos pra Argentina com meia hora de atraso esparramados por um avião onde não tinha ninguém, esperamos no aeroporto por umas 3hs e de lá direto para Nova Zelândia, onde chegamos 13hs depois.
Até que não foi tão cansativo e passou mais rápido do que esperávamos.
O momento de maior emoção do vôo não teve nada a ver com turbulências, tempestade ou pousos e decolagens arriscados, mas sim com um vizinho maluco na poltrona de trás.
Assim que entramos no avião baixamos os bancos para experimentá-los e em seguida chamamos um comissário para pedir um copo de água. Os passageiros ainda estavam entrando e se acomodando e enquanto conversávamos com o comissário o maluco chegou, agarrou o encosto de cabeça do Lê e puxou com tudo até deixar o banco na posiçã vertical, ao invés de pedir que levantássemos... Olhamos assustados e ele fez o mesmo no meu banco... Virei pra trás e falei que ele poderia nos pedir que levantássemos o banco e o faríamos sem problema nenhum. Ele gritou que já tinha pedido.
MENTIRA! Nem a gente nem o comissário tinha escutado nada.
Tudo bem... Deixamos pra lá.
O avião levantou vôo e a poltrona do Lê até baixou sozinha porque o maluco devia tê-la quebrado.
Uns 20 minutos depois mexi no meu banco e baixei um pouco o assento sem querer. O cara imediatamente enfiou pelo vão dos bancos o papel com as intruções sobre pouso e decolagem e começou a gritar (tudo em inglês claro): vocês não tem o papel? Não leram as instruções?
O Lê catou o papel, jogou de volta pra trás e foi respondendo que tínhamos o papel.
Ficamos putos!
Esperamos o momento de soltar os cintos e lá fui eu direto contar tudo para a chefe da cabine. Um dos comissários voltou comigo e falou para ele que poderíamos baixar nossos bancos o quanto quiséssemos durante o vôo e depois disso ele sossegou um pouco.
Pelo menos por algumas horas, até que começamos a conversar com a vizinha de assento e ele começou a gritar que deveríamos respeitar quem estava dormindo...
UFA!!! Ainda bem que o aeroporto da Nova Zelândia era lindo demais pra compensar tudo! Limpíssimo, organizado, impecável, deu uma vontade enorme de voltarmos pra conhecer.
Saímos de lá 3hs depois com o nascer do sol e a vista de lagos e mais lagos debaixo de um céu listrado de cores lindas! Os elfos do Sr. dos Anéis sabiam bem onde estavam!
Passamos pela imigração rapidinho e sem ter que abrir nada, saímos e lá estava a Kakezinha e um balão escrito "Wellcome to Autralia" para nos receber!
Muito fofo! Que saudades dela!
Lágrimas na saída, lágrimas na chegada, muito bom, muito bom!!!
Antes fui tentar carregar uma das malas, pus em cima do pé e ficou tudo roxo!!! Calma, mami! Já está tudo de volta ao normal e o pé já está branquinho de novo! Fomos até minha faculdade (linda DEMAIS!), a um shopping perto dela porque estava chovendo muito, supermercado e de volta pra casa.
Capotamos!
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