domingo, 28 de junho de 2009

Ou 8 ou 80


Após uma semana de mais pura diversão e aventuras estamos de volta a Sydney.
Pode ser empolgação de começo (depois de um ano e meio – será?), mas devo admitir que chegar na cidade ainda dá um certo prazer e alegria!

Principalmente depois de voltar de um país com cultura e hábitos tão diferentes, é agradável entrar num taxi e não ter que ficar se preocupando se o taxista ligou o taximetro, se está tentando te enganar ou não, etc...

A Thailândia é o máximo sim, mas como todo país mais pobre, tem essas desvantagens…
Mas também tem uma cordialidade que merece ser destacada. É mais ou menos assim: quando não estão tentando te enganar, estão super dispostos a ajudar!

É uma constante e interessante contradição.

Entrei num banheiro público um dia e depois de procurar o papel higiênico por todo lado descobri que não tinha. Uma thailandesa me mostrou na parede uma máquina onde eu poderia comprar papel mas eu tava sem carteira. Abri mão dos meus luxos e entrei na cabininha. Dali a pouco ela me chama e passa por baixo da porta uma caixinha de papel que comprou pra mim.

Agradeci e fiquei esperando que na saída ela estaria lá, esperando que eu pagasse. Ninguém por ali! Foi pura cordialidade mesmo!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Krap Kum Ka

Ate agora a gente ainda nao etendeu direito se e assim mesmo que se fala, mas ao que tudo indica isso e muito obrigada em Thailandes!

Resumo da viagem: em 48 horas a gente ja deu comida na boca de elefante, tomou chuva ate ficar pingando duas vezes, caiu num golpe do vigario, tirou foto com tigre na Disneylandia Thailandesa, quase viajamos com uma puta sentada no colo do Leandro, passamos um dia no paraiso e (proibido para minha mae) sobreviveu a um tsunami!!!

Podem dizer qualquer coisa da Thailandia, mesmo que o pais e sem graca!

Vamos aos detalhes: chegamos em Phuket na noite de domingo, comemos perto do hotel e cama.

Na manha seguinte resolvemos ficar pela regiao, resolver os passeios dos proximos dias e a noite fomos a um show turistoide na Disney Thailandesa. Lindo, lindo, lindo!
E uma mega producao estilo Las Vegas num ambiente tipo Dysney, onde se pode comer, passear e ai sim, dar comida na boca dos elefantes, passar a mao neles e tudo o mais.

Eles sao muito bonitinhos, mas cascudos e peludos... Estranho...

La tambem foi o momento tigre do resumo acima. Tinham dois, brancos, gigantescos, que viamos por um vidro. Mas, claro, se voce quisesse seguir a vida com suas maos coladas aos seus bracos era recomendavel nao coloca-las neles!

(Bem-vindo a Thailandia!)

Na volta da noite aconteceu o terceiro episodio: o golpe do vigario! Tinhamos pago a uma agencia para nos levar e nos buscar com uma mini-vam. Na saida o motorista veio nos dizer que iriamos numa outra vam, com um motorista amigo dele que estava indo para o mesmo hotel que nos. Nos levou a um outro carro, abriu as portas, nos colocu dentro e pediu que esperassemos pelo outro ali. Quando o motorista apareceu, claro, nos botou pra fora porque nao eramos do grupo dele e era tudo uma grande mentira... Pagamos uma outra van, putos!

(O bom e que o prejuizo do golpe aqui e barato! Entre AU$10/15, R$15/20).
(Bem-vindo a Thailandia!)

O dia seguinte tinha tudo para ser perfeito. Viagem a Phi Phi Island, um dos lugares mais bonitos do mundo (pra mim, o mais ate agora).

A agencia passou no hotel, nos pegou e foi buscar as outras pessoas. Depois de meia hora esperando um grupo que nao aparecia la vem 4 homens indianos com duas thailandesas. Visivelmente, as putas contratadas pra noitada anterior (Phuket tem fama de paraiso do sexo para estrangeiros, com putas de monte pelas ruas, travestis e shows de ponpuarismo tao tradicionais quanto samba no Brasil!).

Os homens comecam a negociar com o motorista que todos estavam indo (se nao bastasse o atraso) e dali a pouco entram os 6 no micro-onibus que ja tava quase lotado. No nosso banco, onde caberiam 4, sentam dois do nosso lado e uma das putas no colo do cara colado ao Leandro...

Ah! Ta facil!!!

Nada contra a puta, mas eu e que nao ia ficar viajando espremida porque tinha uma mulher praticamente nas pernas do meu marido...

Levantei e comecei a gritar pro motorista: "Aqui nao cabe, nao cabe!!!"

E o indiano mandou ela sair e as duas foram dividindo um outro banco individual.

(Bem-vindo a Thailandia!)

Chegamos no pier e o guia comecou a dar uma bronca em alto e bom tom nos 4 homens, dizendo que tava todo mundo esperado por eles, que se fizessem isso de novo durante o passeio largaria-os na ilha e que as meninas nao iam embarcar (eu sei que vinganca e feio, mas as vezes o sentimento e incontrolavel).

Resumo, os 4 embarcaram e despacharam as meninas de volta pra cidade com o motorista.
Rumo ao paraiso!!!

Phi Phi e realmente tudo aquilo que parece. E inacreditavel, e indescritivel. Quem viu, viu. E dificl explicar ou mostrar em foto. E bonito DEMAIS!!!

(E quem nao viu, assista ao filme A Praia, com Leonardo di Caprio).

Passamos o dia pulando de ilha em ilha com o barco, fazendo snorkeling e nadando numa agua absolutamente morna, tranparente e de uma cor sem precedentes.

Vimos ouricos do tamanho de uma bola de futebol, estrela do mar colorida, peixes de varios tipos, inclusive o Nemo!

Peguei ate um pepino do mar preto nogento na mao!

(Bem-vindo a Thailandia!)

O tempo nao tava muito estavel durante o dia todo e em alguns trechos ja tinhamos pego o mar um pouco agitado, em outros nublado, ate que na volta...

(Nao vou dar detalhes porque sei que minha mae vai ler - pula essa parte) Chegamos em terra firme!

Se nao bastasse o tanto de agua que tava entrando dentro do barco com as ondas, la pelas tantas comecou uma mega chuva e chegamos no pier que nem dois pintos absolutamente molhados pela primeira vez no dia.

Pegamos a micro-onibus e ninguem conversava, acho que ainda se recuperando do susto da volta. Tirando eu e o Leandro, que estavamos rindo de nos mesmos pensando em como o dia dos indianos que era para ser um visita ao paraiso rodeados de putas tailandesas, virou um passeio infernal no mar, com direito a uma brasileira estressada gritando no onibus e um marido vomitando no meio do barco quase em cima deles!!!
Hotel, banho e depois de nos secarmos saimos pra jantar e para caminhar na famosa rua onde estao todos os puteiros, shows, restaurantes, tudo junto num mesmo lugar ao mesmo tempo! O maximo!

Entre uma caminhadinha e outra, pla!!! Desaba o ceu de novo!

Bem-vindo as Moncoes!!!

Chegamos no restaurante estressados, putos e claro, absolutamente molhados pela segunda vez em menos de 6 horas.

(Meu cabelo vai mofar, eu to falando! Nao ta dando tempo de secar...)

O bom e que pra curar tudo isso tem os thailandeses, que sao aboslutamente amigaveis e simpaticos. A garconete veio me enxugar com os guardanapos do restaurante, passava a mao nas minhas costas pra me consolar no melhor estilo "quer um abraco?", ficava falando pro Leandro como eu era bonita e pos a mao ate nas minhas coxas! (Sem sacanagen, com muito respeito!)

(Bem-vindo a Thailandia!)

E pra comemorar a chuva de hoje, vamos passar o dia fazendo massagem Thailandesa por AU$10 a sessao!

(Bem-vindo a Thailandia!)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Sábado? Não posso...

Pobre blog! Abandonado por mais de um mês…
Isso nunca me aconteceu antes!
Mas tem uma explicação: muita coisa aconteceu nas últimas semanas e a principal delas, até alguns dias atrás, era o final do mestrado.
Não um final, FINAL, mas quase isso. Ainda tenho uma matéria pendente que farei daqui há duas semanas, mas como essa é relativamente fácil, já estou considerando-a concluída.
Agora, essa ERA a maior novidade do ano até a última sexta-feira, quando recebemos a feliz notícia de que nossa autorização de residir permanentemente na Austrália foi aprovada!
Pra quem nunca escutou a gente falar do assunto é o seguinte: atualmente temos um visto de estudante pelo fato de eu estar fazendo o curso, que vale até agosto. Nos últimos meses entramos com um pedido de autorização para residir aqui, chamado de PR (permanent residence) e fomos aprovados pela imigração para conseguir esse benefício!!!
Isso quer dizer que a partir de agora podemos ficar aqui até quando quisermos, temos mais benefícios do que antes e eu tenho liberdade para trabalhar quantas horas quiser.
Pra quem achou que isso já era notícia boa o suficiente, calma que tem mais!!!
Por questões totalmente burocráticas (e totalmente sem sentido...) nós temos que pegar esse carimbo fora daqui, o que nos obriga a sair do país praticamente de imediato, por uma semana, até que os papéis fiquem prontos e a gente possa pegá-los na embaixada australiana.
Por isso, desculpem-nos aqueles com quem marcamos algum almoço no final de semana, pizza no domingo a noite ou happy-hour na quinta, mas na semana que vem estaremos na Thailândia!
(Prometo que quando eu estiver em Phi Phi Island (foto ao lado) - mais ou menos na terça ou quarta à tarde - pensarei em vocês!)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Alô, Brasil!

Como diria a filósofa Xuxa Meneghel, foi muito bom estar com vocês, foi muito bom brincar com vocês!

Dos amigos do trabalho aos da infância, passando pelos da fase adulta – corrigindo – da faculdade (porque fase adulta não chegou pra nenhum deles vide comportamento apresentado em eventos como a temporada em Campos ou o casamento dos Gamboas…), família e todo mundo mais que não se encontre em nenhuma das classificações acima e que tive o enorme prazer de encontrar.

Até mesmo São Paulo, que se mostrou mais louca do que nunca.

Será que a cidade realmente piorou, eu me desacostumei ou é a velha lógica de que só quem está de fora enxerga as coisas de maneira mais clara?

Sei lá… Acho que quem esta lá é que “Aprende depressa a chamar-te: realidade”, como diria Caetano, “Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso do avesso”, que aliás, eu já calculei e é o direito!

Isso mesmo: o avesso do avesso do avesso do avesso nada mais é que o direito!

(Essa postagem tá ficando muito maluca.... Deve ser o efeito do jetlag...)

Vai ver que São Paulo é que é normal e o resto do mundo é estranho...

Bom, na dúvida, chegamos em Sydney.

E no melhor esquema primeiro mundo fomos recebidos com câmeras filmadoras (eu, sorrindo, achando que era pra passar na TV!) que mediam nossa febre. Além dos labradores que vivem felizes pulando pelo aeroporto o dia inteiro.

Claro! Eles literalmente cheiram meia! (Pra quem nunca viu, os policiais dão uma bolinha de meia com algo – provavelmente drogas – pra eles cheirarem e eles saem enlouquecidos atrás das malas).

Pegamos um taxi com um motorista de Samoa (pra quem também não sabe e tem mais de 30 anos, Samoa não é só uma marca de chinelos, mas também um país aqui por perto).

No primeiro semáforo com uma fila de uns 12 carros esperando pra fazer uma conversão ele reclamou do trânsito, dizendo que todas as segundas-feiras de manhã eram daquele jeito.

HAHAHAHAHAHAHA!

Deve ser piada, né?!

Não, é Austrália mesmo!

Bem-vindos de volta!

sábado, 4 de abril de 2009

A postagem que não virou postagem

Faz um mês que estou esperando o dia em que iria sentar pra escrever essa postagem, guardando a sete chaves o segredo na minha mente, rindo sozinha do que estaria por vir.

No primeiro dia do semestre uma das professoras anunciou que faríamos 3 aulas de desenho para aprendermos a representar a figura humana em movimento, o que é muito importante para quem faz animação.

Ótimo! Há tantos anos não faço uma aula de desenho que imaginei que seria divertido.

Divertido? Segundo esclarecimento sobre as aulas: a melhor maneira de aprender a desenhar é observando o corpo humano, por isso contaríamos com um modelo. NU!

Escutei aquilo, fiz cara de paisagem e fingi naturalidade.

Num filminho mental que durou frações de segundo me vi nas entediantes aulas de direito. Pensando bem, eu mereço uma aula de desenho com um modelo pelado por todos os meus cinco anos escutando coisa chatas!

A professora recomendou que os alunos que tivessem alguma objeção por questões culturais ou religiosas conversassem com ela no final da aula.

Minha religião permiiite! Minha cultura então… (Quem cresce assistindo à mulher pelada em carro alegórico na TV não pode dizer que se opõe a uma aula dessas).

Não contava que eu fosse ter um problema matrimonial quando chegasse em casa, mas ela não comentou essa possibilidade, então eu não tinha dispensa dessa aula… Parte do meu currículo escolar!

Bom. Lá vou eu na semena seguinte como criança no primeiro dia de escola, louca pra ver o que estava por vir.

Ninguém de diferente por perto além dos alunos e lá pelas tantas eu concluí que aquela era a aula introdutória e os modelos só viriam nas próximas. Mas também descobri que seriam dois: um homem e uma mulher.

Nessa aula a gente desenhou os próprios alunos mesmo (todos devidamente vestidos), alguns jogando bola ou fazendo outros movimentos.

E eu só imaginando como seriam dois modelos pelados correndo pela sala…

Esse filminho mental parecia um remake de Eva e Adão no paraíso, com expectadores (nós - os alunos) em volta!

Próxima sessão e lá vamos eu e minha mente poluída e fantasiosa.

Descobri o segundo detalhe: aquele seria o dia da modelo e o modelo-homem só iria na outra aula.

Acabou o filminho da Eva e do Adão...

E lá vem a professora com mais uma notícia: a turma anterior tinha observado a modelo realmente nua, mas como a temperatura tinha esfriado ela sugeriu que ela usasse roupas de ginástica…

Que sem graça!!!

Cadê as pessoas peladas fazendo poses???

E por falar em poses, eu, com toda a minha falta de experiência sobre uma aula desse tipo, imaginei que posar fosse ficar lá parada enquanto a gente desenhava.

Ignorância a minha... A mulher ficava fazendo umas poses que mais pareciam de uma instrutora de ioga. Um pé no chão, o outro pra cima e os braços pra trás. Deitada no chão com as pernas pro alto. Costas curvada pra trás e braços largados do lado do corpo, etc...

E eu só imaginado enquanto desenhava: como ela estaria fazendo aquilo tudo pelada???
Sabia decisão a de por as roupas! Não sou obrigada a ver isso.

Ainda restava a próxima aula com o modelo homem (bem mais interessante) e pensei: minha chance de viver uma experiência dessas ainda está de pé!

Mais uma semana de expectativa e lá vou eu pra última da série.

É hoje que eu vou ver o pelado ao vivo (e fazer cara de nada, como se eu estivesse achando tudo super natural)!

Subi no elevador da faculdade com um fortão, olhei bem o tipo e na hora concluí: é esse o modelo!

Não deu outra: fomos pra mesma sala.

A professora começou dar as instruções sobre que tipo de desenho faríamos naquele dia e o fortão num cantinho.

Eu só reparando (claro) e o fortão tirando a roupa.

Comecei a ficar nervosa e me focar na professora!

Quando as coisas começam a se materializar é que a gente se dá conta delas!

Acho que isso não vai ser tão confortável e divertido assim....

Só estou acostumada a ver um pelado, no recôndito do meu lar, e não preciso ficar desenhando-o nem observando os detalhes!!!

Dali a pouco vem o fortão pro meio do círculo de carteiras.

Foi a piscada de ilhos mais longa da minha vida e uns 30 segundo depois eu concluí que precissava abrir os olhos (senão não seria mais uma piscada).

Lá estava o pelado. De sungão!!!
Ãããh???

Não é possível...

Passada a tensão veio a revolta.

Como assim sungão??? A professora anuncia por três semanas o pelado e na hora do vamos-ver o pelado é um vestido???

Nu é nu. Semi-nu é semi-nu. E sungão é sungão.

E ela falou NU. Eu tenho por escrito.

Não me conformei e no auge da revolta mandei uma mensagem pro meu marido: “Você é minha última esperança. É bom estar pelado quando eu chegar em casa."

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ovo. (ponto)

Com a Páscoa chegando vi uma coisa muito estranha agora há pouco.
Fui almoçar com o Lê e na volta passo por um shopping que tem várias lojinhas de comida do tipo: padaria, frutaria, etc... e umas outras onde você pode escolher frutas ou vegetais e montar uma salada.
Foi ali o episódio estranho!
Eu ia caminhando em direção à lojinha quando vi a atendente pegar um ovo cozido e enfiar numa sacolinha de papel, dessas tipo envelope, onde se enfia um pão-de-queijo.
Pensei: nossa! Ela vai montar a salada alí?
Não! Ela saiu detrás do display de verduras e foi até a máquina registradora.
Pensei: Nãaaaaooo.....
Então ela enrolou a ponta do saquinho - nisso eu já estava torcendo o pescoço pra olhar pra trás e confirmar se o que eu estava vendo era mesmo o que eu estava entendendo.
Sorrindo pro cliente ela pegou o dinheiro dele e entregou o saquinho de papel - com um ovo cozido dentro... Assim, sem mais nem menos!
Ah???
E nem colorido era!
Antes o ovo colorido de boteco, pelo menos é mais interessante.

quinta-feira, 12 de março de 2009

The legend

Como fazer de um domingo a noite chuvoso um dia marcante:

- adicione a ele um casal de amigos queridos

- um carro pra gente não se molhar

- e um programinha básico um pouco pra lá da esquina de casa

SHOW DO ERIC CLAPTON!

Uma das vantagens de não se morar numa cidade de 20 milhões de habitantes é que você consegue resolver certos programas na última hora e foi assim que aconteceu.
Sexta de manhã compramos os tickets. Alegria pura!!!

Eu já tinha me arrependido amargamente de não ter ido no show no Brasil e achei que dessa vez não deveria deixar passar.

E fizemos bem!

O tiozinho sabe o que faz! Manda BEEEEMM!!!!

O cabelo grisalho, os óculos e a cara séria são um contraste com a guitarra. Mas a competência não deixa dúvida nenhuma.

Bom demais!!!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Em algum lugar do futuro

Esse é meu último semestre o mestrado e eu esperava que fosse ser tranquilo e sem grandes surpresas já que a fase de adaptação passou e agora me considero uma pessoa experiente.
Doce ilusão!
Primeiro pelo fato de que eu estou fazendo duas matérias de animação e com isso fui parar num ambiente totalmente diferente, com palavras, técnicas e principalmente softwares que são um verdadeiro mistério pra mim.
Beleza! Tô fingindo naturalidade e seguindo com as aulas!
Mas não deu pra fingir tanta naturalidade assim quando fui à biblioteca pegar alguns livros que precisava. Comecei a seguir os números de referências das prateleiras e fui parar dentro do corredor que tinha o seguinte título na entrada: "inteligência artificial".
Não sei vocês, mas essa expressão por si só me assusta!
Entrei no corredor imaginando que tipo de áliens, robôs ou outros seres do futuro poderiam estar lendo histórias em quadrinhos por ali.
Ou talvez se alguma perna biônica colocaria o pé na frente quando eu passasse pra eu tropeçar e ficar ainda mais assustada.
Superei o corredor do futuro, peguei os livros e voltei pra casa, de carona com os Jetsons!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Mais belezas naturais


Demorou um ano mas agora a gente viu que é verdade a história de que na Austrália canguru e barata tem em todo lugar, e de monte.
Sobre as baratas a gente já estava mais do que certo, mas quanto aos cangurus, considerando que levamos uns 10 meses pra ver um único bichinho, ainda tínhamos um certo receio.
Agora é fato!
A foto que pus na postagem abaixo foi tirada no último final de semana, numa cidade a umas 3 horas de Sydney, quando estávamos voltando da praia.
Simples assim: andando de carro, num bairro qualquer, e aquele bando de bichos pastando no meio da pracinha e no quintal das casas!!!
O canguru parece mais um cão de guarda, posando no jardim.
Além da cena inesperada, as várias praias lindas por onde passamos – além das sempre agradáveis companhias - fizeram da viagem m sucesso, mesmo com a chuva que caiu no domingo de manhã…
Na volta ainda teve uma parada num maciço de pedras onde está o Blow Hole: um buraco onde acontece uma espécie de explosão de água e o mar joga jatos muito altos pra cima (clique no link pra ver esquema animado)
Outro ponto alto foi o lual na praia a noite, com a presença das arraias gigantes bem no rasinho pra assistir ao Jamal cantar, tão perto da areia que se molhássemos só até o tornozelo chegaríamos nelas (claro que até lá elas já teriam fugido, mas é só uma referência de distância!!!).
Sem falar nas águas-vivas azuis turquesas pelas quais eu me apaixonei e não parei de tirar fotos!!!

terça-feira, 3 de março de 2009

Imagem auto-explicativa


Não é montagem! Fui eu que tirei esse final de semana!