Com a Páscoa chegando vi uma coisa muito estranha agora há pouco.
Fui almoçar com o Lê e na volta passo por um shopping que tem várias lojinhas de comida do tipo: padaria, frutaria, etc... e umas outras onde você pode escolher frutas ou vegetais e montar uma salada.
Foi ali o episódio estranho!
Eu ia caminhando em direção à lojinha quando vi a atendente pegar um ovo cozido e enfiar numa sacolinha de papel, dessas tipo envelope, onde se enfia um pão-de-queijo.
Pensei: nossa! Ela vai montar a salada alí?
Não! Ela saiu detrás do display de verduras e foi até a máquina registradora.
Pensei: Nãaaaaooo.....
Então ela enrolou a ponta do saquinho - nisso eu já estava torcendo o pescoço pra olhar pra trás e confirmar se o que eu estava vendo era mesmo o que eu estava entendendo.
Sorrindo pro cliente ela pegou o dinheiro dele e entregou o saquinho de papel - com um ovo cozido dentro... Assim, sem mais nem menos!
Ah???
E nem colorido era!
Antes o ovo colorido de boteco, pelo menos é mais interessante.
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
The legend
Como fazer de um domingo a noite chuvoso um dia marcante:
- adicione a ele um casal de amigos queridos
- um carro pra gente não se molhar
- e um programinha básico um pouco pra lá da esquina de casa
SHOW DO ERIC CLAPTON!
Uma das vantagens de não se morar numa cidade de 20 milhões de habitantes é que você consegue resolver certos programas na última hora e foi assim que aconteceu.
Sexta de manhã compramos os tickets. Alegria pura!!!
Eu já tinha me arrependido amargamente de não ter ido no show no Brasil e achei que dessa vez não deveria deixar passar.
E fizemos bem!
O tiozinho sabe o que faz! Manda BEEEEMM!!!!
O cabelo grisalho, os óculos e a cara séria são um contraste com a guitarra. Mas a competência não deixa dúvida nenhuma.
Bom demais!!!
- adicione a ele um casal de amigos queridos
- um carro pra gente não se molhar
- e um programinha básico um pouco pra lá da esquina de casa
SHOW DO ERIC CLAPTON!
Uma das vantagens de não se morar numa cidade de 20 milhões de habitantes é que você consegue resolver certos programas na última hora e foi assim que aconteceu.
Sexta de manhã compramos os tickets. Alegria pura!!!
Eu já tinha me arrependido amargamente de não ter ido no show no Brasil e achei que dessa vez não deveria deixar passar.
E fizemos bem!
O tiozinho sabe o que faz! Manda BEEEEMM!!!!
O cabelo grisalho, os óculos e a cara séria são um contraste com a guitarra. Mas a competência não deixa dúvida nenhuma.
Bom demais!!!
quarta-feira, 11 de março de 2009
Em algum lugar do futuro
Esse é meu último semestre o mestrado e eu esperava que fosse ser tranquilo e sem grandes surpresas já que a fase de adaptação passou e agora me considero uma pessoa experiente.
Doce ilusão!
Primeiro pelo fato de que eu estou fazendo duas matérias de animação e com isso fui parar num ambiente totalmente diferente, com palavras, técnicas e principalmente softwares que são um verdadeiro mistério pra mim.
Beleza! Tô fingindo naturalidade e seguindo com as aulas!
Mas não deu pra fingir tanta naturalidade assim quando fui à biblioteca pegar alguns livros que precisava. Comecei a seguir os números de referências das prateleiras e fui parar dentro do corredor que tinha o seguinte título na entrada: "inteligência artificial".
Não sei vocês, mas essa expressão por si só me assusta!
Entrei no corredor imaginando que tipo de áliens, robôs ou outros seres do futuro poderiam estar lendo histórias em quadrinhos por ali.
Ou talvez se alguma perna biônica colocaria o pé na frente quando eu passasse pra eu tropeçar e ficar ainda mais assustada.
Superei o corredor do futuro, peguei os livros e voltei pra casa, de carona com os Jetsons!
Doce ilusão!
Primeiro pelo fato de que eu estou fazendo duas matérias de animação e com isso fui parar num ambiente totalmente diferente, com palavras, técnicas e principalmente softwares que são um verdadeiro mistério pra mim.
Beleza! Tô fingindo naturalidade e seguindo com as aulas!
Mas não deu pra fingir tanta naturalidade assim quando fui à biblioteca pegar alguns livros que precisava. Comecei a seguir os números de referências das prateleiras e fui parar dentro do corredor que tinha o seguinte título na entrada: "inteligência artificial".
Não sei vocês, mas essa expressão por si só me assusta!
Entrei no corredor imaginando que tipo de áliens, robôs ou outros seres do futuro poderiam estar lendo histórias em quadrinhos por ali.
Ou talvez se alguma perna biônica colocaria o pé na frente quando eu passasse pra eu tropeçar e ficar ainda mais assustada.
Superei o corredor do futuro, peguei os livros e voltei pra casa, de carona com os Jetsons!
quinta-feira, 5 de março de 2009
Mais belezas naturais
Demorou um ano mas agora a gente viu que é verdade a história de que na Austrália canguru e barata tem em todo lugar, e de monte.
Sobre as baratas a gente já estava mais do que certo, mas quanto aos cangurus, considerando que levamos uns 10 meses pra ver um único bichinho, ainda tínhamos um certo receio.
Agora é fato!
A foto que pus na postagem abaixo foi tirada no último final de semana, numa cidade a umas 3 horas de Sydney, quando estávamos voltando da praia.
Simples assim: andand
O canguru parece mais um cão de guarda, posando no jardim.
Além da cena inesperada, as várias praias lindas por onde passamos – além das sempre agradáveis companhias - fizeram da viagem m sucesso, mesmo com a chuva que caiu no domingo de manhã…
Na volta ainda teve uma parada num maciço de pedras onde está o Blow Hole: um buraco onde acontece uma espécie de explosão de água e o mar joga jatos muito altos pra cima (clique no link pra ver esquema animado)
Outro ponto alto foi o lual na praia a noite, com a presença das arraias gigantes bem no rasinho pra assistir ao Jamal cantar, tão perto da areia que se molhássemos só até o tornozelo chegaríamos nelas (claro que até lá elas já teriam fugido, mas é só uma referência de distância!!!).
Sem falar nas águas-vivas az
terça-feira, 3 de março de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Rasgando dinheiro
Na semana passada nossos ânimos e expectativas por aqui estavam a mil!!!
O governo estava anunciando um pacote de medidas para combater a crise econômica que incluía, entre as diversas ações, distribuir 900 dólares para as pessoas gastarem no que quisessem e aquecerem o mercado local.
Isso mesmo!
Levou algum tempo pra eu entender isso!
Eu vinha escutando as notícias na TV mas achei que não estava entendendo porque achei muito irreal o governo DAR dinheiro pras pessoas irem às compras…
Mas depois, conversando com umas amigas australianas, entendi que, sim, eu entendi a notícia!
E o melhor: o Leandro se incluía nos beneficiados pois todos que tivessem pago imposto de renda no ano passado receberiam o valor!
AEEEEHHHHH!!!!!
Estavam ansiosos aguardando a aprovação do pacote no congresso.
No natal eles já tinham feito isso e dado $600 pras famílias com filhos.
Detalhe: chega um cheque na sua casa pelo correio ou eles depositam na sua conta, fácil assim!
Parece piada, né?!
Pois a parte nada engraçada é que as medidas foram vetadas e agora estão sendo reescritas.
Vamos ver se o presentinho continua na próxima versão do pacote econômico…
O governo estava anunciando um pacote de medidas para combater a crise econômica que incluía, entre as diversas ações, distribuir 900 dólares para as pessoas gastarem no que quisessem e aquecerem o mercado local.
Isso mesmo!
Levou algum tempo pra eu entender isso!
Eu vinha escutando as notícias na TV mas achei que não estava entendendo porque achei muito irreal o governo DAR dinheiro pras pessoas irem às compras…
Mas depois, conversando com umas amigas australianas, entendi que, sim, eu entendi a notícia!
E o melhor: o Leandro se incluía nos beneficiados pois todos que tivessem pago imposto de renda no ano passado receberiam o valor!
AEEEEHHHHH!!!!!
Estavam ansiosos aguardando a aprovação do pacote no congresso.
No natal eles já tinham feito isso e dado $600 pras famílias com filhos.
Detalhe: chega um cheque na sua casa pelo correio ou eles depositam na sua conta, fácil assim!
Parece piada, né?!
Pois a parte nada engraçada é que as medidas foram vetadas e agora estão sendo reescritas.
Vamos ver se o presentinho continua na próxima versão do pacote econômico…
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Cinzas...
(ATUALIZADO COM VÍDEO)
A Austrália está menos colorida desde sábado...
Como muita gente já deve ter visto nos noticiários daí um incêndio catastrófico atingiu o estado de Victoria – onde fica a cidade de Melbourne, destruindo uma área enorme e matando um número considerável de pessoas (até ontem eram 130...).
Os jornais daqui não param de mostrar imagens da região e é bem triste ver tudo em cinzas.
O primeiro-ministro foi dar uma declaração na TV e não conseguia falar. Nunca vi um governante se comover tanto e tão sinceramente com uma situação. Via-se que não se tratava de demagogia, ele não estava conseguindo controlar a emoção mesmo...
O mais impressionante é pensar que duas cidades foram tiradas do mapa. Elas simplesmente não existem mais e viraram um monte de cinzas.
Várias campanhas já começaram país afora no intuito de reconstruir a região e uma das redes de supermercados mais importante daqui – Coles - vai doar todo o valor das vendas da próxima sexta-feira para as vítimas do incêndio.
Abaixo um vídeo inacreditavelmente bonito, no meio de todo o caos.
A Austrália está menos colorida desde sábado...
Como muita gente já deve ter visto nos noticiários daí um incêndio catastrófico atingiu o estado de Victoria – onde fica a cidade de Melbourne, destruindo uma área enorme e matando um número considerável de pessoas (até ontem eram 130...).
Os jornais daqui não param de mostrar imagens da região e é bem triste ver tudo em cinzas.
O primeiro-ministro foi dar uma declaração na TV e não conseguia falar. Nunca vi um governante se comover tanto e tão sinceramente com uma situação. Via-se que não se tratava de demagogia, ele não estava conseguindo controlar a emoção mesmo...
O mais impressionante é pensar que duas cidades foram tiradas do mapa. Elas simplesmente não existem mais e viraram um monte de cinzas.
Várias campanhas já começaram país afora no intuito de reconstruir a região e uma das redes de supermercados mais importante daqui – Coles - vai doar todo o valor das vendas da próxima sexta-feira para as vítimas do incêndio.
Abaixo um vídeo inacreditavelmente bonito, no meio de todo o caos.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Mexa-se!
Em homenagem ao mês do carnaval (que por aqui passa despercebido) essa postagem é sobre dança!
Na volta da minha academia passo por um calçadão no meio de um campus de um colégio.
Não é a primeira vez que vejo num canto, perto de uma das janelas de vidro do prédio, uma mulher em pé, sozinha, fazendo uns gestos estranhos...
A primeira vez fiquei olhando o quanto deu, tentando ser discreta e entender o que aquilo significava. Nada...
Ontem, quando estava voltando, lá estava ela de novo.
Comecei andar mais devagar pra poder ver por mais tempo o que estava acontecendo.
De costas pro calçadão, bem perto da parede, ela balançava os braços, as pernas, o tronco.
Bem magrinha, com traços orientais, mais parecia uma minhoca andando na vertical se mexendo daquele jeito.
Depois de observá-la por alguns metros da minha caminhada eu entendi tudo!!!
Ela estava dançando, sem música (talvez um Ipod...), de frente para o vidro.
Na janela do prédio ela via seu reflexo e ia coordenando (ou não!) os passos.
Tá aí, pensei!
Não dá pra ter desculpa mesmo pra não se mexer. Calçadão e janela de vidro tem em todo lugar!
E se você não tem Ipod, leva um daqueles “micro-systens” anos 80, tipo o “moving sound”, que ainda é capaz de fazer amigos!!!
Na volta da minha academia passo por um calçadão no meio de um campus de um colégio.
Não é a primeira vez que vejo num canto, perto de uma das janelas de vidro do prédio, uma mulher em pé, sozinha, fazendo uns gestos estranhos...
A primeira vez fiquei olhando o quanto deu, tentando ser discreta e entender o que aquilo significava. Nada...
Ontem, quando estava voltando, lá estava ela de novo.
Comecei andar mais devagar pra poder ver por mais tempo o que estava acontecendo.
De costas pro calçadão, bem perto da parede, ela balançava os braços, as pernas, o tronco.
Bem magrinha, com traços orientais, mais parecia uma minhoca andando na vertical se mexendo daquele jeito.
Depois de observá-la por alguns metros da minha caminhada eu entendi tudo!!!
Ela estava dançando, sem música (talvez um Ipod...), de frente para o vidro.
Na janela do prédio ela via seu reflexo e ia coordenando (ou não!) os passos.
Tá aí, pensei!
Não dá pra ter desculpa mesmo pra não se mexer. Calçadão e janela de vidro tem em todo lugar!
E se você não tem Ipod, leva um daqueles “micro-systens” anos 80, tipo o “moving sound”, que ainda é capaz de fazer amigos!!!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
A primeira vez a gente não esquece
E a primeira vez a qual me refiro é meu primeiro corte de cabelo na terra dos cangurus (ou seria perto da terra do sol nascente? Explico mais tarde).
Pra quem não sabe, eu tenho um certo medo de cabeleireiros novos, por isso posso dizer que tive dois até hoje na minha vida (sem contar a minha mãe, que cortou mais que meus cabelos – minha orelha também – por muitos anos).
No meu primeiro ano de Austrália tive a brilhante idéia de esperar minha ida ao Brasil para cortar lá (sim, o medo era grande).
Resultado: perto da viagem meu cabelo estava tão horrível que eu cheguei a conclusão que qualquer corte ruim seria melhor do que a falta de corte (conclusão talvez precipitada…).
Dessa vez criei coragem, pedi referências para todas as pessoas que conheço na Austrália, escolhi o mais perto da minha casa e lá fui eu!
O salão é coreano, os cabeleireiros são coreanos, o nome é coreano e imaginem como eu saí de lá…
Até meio olho tava puxado (foto ilustrativa)!
Ela fez tanta escova, chapa, estica, estica, estica e meu cabelo tá no ombro. Imagine a hora que ele voltar às ondas e textura normal…
O corte em si está lindo. O problema é que o meu cabelo não tem NADA a ver com um cabelo oriental.

Eu estou mais pra urso-do-cabelo-duro, como minha irmã gosta de me chamar, ou Elba Ramalho, apelido carinhoso do meu marido, do que pra uma gueixa…
Ou seja, tinha duas opções: ficar os próximos 3 meses sem lavar o cabelo ou viver a base de chapa.
24 horas depois eu já não estava aguentando de curiosidade pra saber o resultado. Achei minha chapa, segurei ela na mão, fiz o nome-do-pai e lavei… Ai, ai…
Agora ele tá secando. Secando e subindo, subindo, subindo mais do que os números da crise financeira mundial.
Se nas próximas postagens eu aparecer só de chapéu, lenço ou simplesmente não aparecer, por favor, não perguntem nada porque o assunto é delicado pra mim…
ADENDO: o cabelo secou e eu tô parecendo um cruzamento de pajé de tribo da Amazônia (daqueles que tem um franja enorme) com o urso-do-cabelo-duro. Ou a Moranguinho, que tem um cabeção bem maior que o corpo. Ou melhor dizendo, a Laranjinha (foto ilustrativa 2)... Pelo menos as piranhas estão parando de novo no cabelo... Tem suas vantagens ser o bear-with-a-bad-hair!
Pra quem não sabe, eu tenho um certo medo de cabeleireiros novos, por isso posso dizer que tive dois até hoje na minha vida (sem contar a minha mãe, que cortou mais que meus cabelos – minha orelha também – por muitos anos).
No meu primeiro ano de Austrália tive a brilhante idéia de esperar minha ida ao Brasil para cortar lá (sim, o medo era grande).
Resultado: perto da viagem meu cabelo estava tão horrível que eu cheguei a conclusão que qualquer corte ruim seria melhor do que a falta de corte (conclusão talvez precipitada…).
Dessa vez criei coragem, pedi referências para todas as pessoas que conheço na Austrália, escolhi o mais perto da minha casa e lá fui eu!
O salão é coreano, os cabeleireiros são coreanos, o nome é coreano e imaginem como eu saí de lá…
Até meio olho tava puxado (foto ilustrativa)!
Ela fez tanta escova, chapa, estica, estica, estica e meu cabelo tá no ombro. Imagine a hora que ele voltar às ondas e textura normal…
O corte em si está lindo. O problema é que o meu cabelo não tem NADA a ver com um cabelo oriental.
Eu estou mais pra urso-do-cabelo-duro, como minha irmã gosta de me chamar, ou Elba Ramalho, apelido carinhoso do meu marido, do que pra uma gueixa…
Ou seja, tinha duas opções: ficar os próximos 3 meses sem lavar o cabelo ou viver a base de chapa.
24 horas depois eu já não estava aguentando de curiosidade pra saber o resultado. Achei minha chapa, segurei ela na mão, fiz o nome-do-pai e lavei… Ai, ai…
Agora ele tá secando. Secando e subindo, subindo, subindo mais do que os números da crise financeira mundial.
Se nas próximas postagens eu aparecer só de chapéu, lenço ou simplesmente não aparecer, por favor, não perguntem nada porque o assunto é delicado pra mim…

ADENDO: o cabelo secou e eu tô parecendo um cruzamento de pajé de tribo da Amazônia (daqueles que tem um franja enorme) com o urso-do-cabelo-duro. Ou a Moranguinho, que tem um cabeção bem maior que o corpo. Ou melhor dizendo, a Laranjinha (foto ilustrativa 2)... Pelo menos as piranhas estão parando de novo no cabelo... Tem suas vantagens ser o bear-with-a-bad-hair!
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Australia Day

Ontem foi aniversário de ninguém mais ninguém menos q
No dia 26 de janeiro comemora-se 221 anos da chegada dos primeiros navios britânicos por aqui e a apropriação formal da colônia de New South Wales (ou Nova Gales do Sul, como é chamada em Português).
O feriado, que é relativamente novo, tem se tornado cada vez mais popular a medida que as comemorações programadas para esse dia estão aumentando, assim como a tentativa de se desenvolver um espírito nacionalista e uma identidade mais forte ao país.
E nossa colaboração não poderia faltar!
Primeiro com um nome e um produto bem brasileiros, num evento absolutamente inusitado: o “Havaianas Thong Challenge”. Centenas de Havaianas infláveis gigantes foram colocadas no mar em determinas praias e as pessoas que flutuavam em cima delas tinham que se ligar umas às outras, formando um cordão gigantes de chinelos flutuantes! Detalhe: o produto é 100% tupiniquim, as cores são 100% tupiniquins, mas o biquininho das participantes demonstra que a adesão foi realmente aussie (apelido dos australianos)!
As cores, embora pareçam as da nossa bandeira, são as cores do brasão da Austrália: dourado e verde.
O outro super evento brasilo-australiano (acabei de inventar o nome!) foi carinhosamente entitulado de Adilson’s Day. Nosso amigo Adilson estava fazendo aniversário (um pouco menos anos que a Austrália) e, no melhor estilo local, celebrou a data com uma festa no parque que começou as 10 da manhã e acabou às 7 da noite.
A programação do Adilson’s Day começou com hasteamento dos balões e da bandeira da Austrália (que eu e meu marido fomos proibidos de amarrar na árvore porque o guarda do parque disse que era atentado ao patrimônio público!!!), café-da-manhã, churrasco, bolo, brigadeiro e tudo o mais que o aniversariante tinha direito.
Até mesmo uma super-tenda que a equipe de apoio (Cipó!) tirou do nada para proteger o churrasco da chuva que caiu no meio da tarde. E que não foi nem de perto suficiente pra mandar os convidados embora!!!
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